CÂMARA: Servidores da Prefeitura invadem plenário para questionar contenção de despesas de Rui Palmeira

Mais uma vez as ações de Rui Palmeira são alvo de críticas. No fim da tarde desta terça-feira, 2, servidores da Prefeitura de Maceió invadiram o Plenário da Câmara de Vereadores para questionar um Projeto de Lei do Município que pretende fazer cortes na administração pública com o objetivo de economizar R$ 12 milhões ao ano.

De acordo com os funcionários, a medida de Palmeira irá retirar direitos deles.

No PL, publicado no Diário Oficial do Município (DOM), o Executivo lista uma série de ações que serão tomadas, como redução na frota de veículos, nos cargos de comissão, horas extras, estagiários, entre outros.

O projeto foi encaminhado nesta terça para a Câmara, mas não chegou a ser lido em plenário, pois, por volta das 14h, servidores municipais de várias categorias diferentes ocuparam o local, exigindo uma reunião com os vereadores.

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Em nota, a Prefeitura de Maceió disse que a atualização do Estatuto do Servidor Municipal, por meio do projeto de lei, busca-se adequar a legislação municipal que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Salários à realidade atual financeira-contábil e orçamentária do Município.

Confira a íntegra da nota da Prefeitura de Maceió

A Prefeitura está empenhada em encontrar as melhores estratégias para, diante do cenário de cortes de recursos federais e crise no País, conseguir administrar a cidade, garantindo a prestação dos serviços à população e o pagamento dos servidores em dia.

Por isso, entre as medidas de contenção de despesas está a atualização do Estatuto do Servidor Municipal, por meio do projeto de lei, encaminhado à Câmara Municipal de Vereadores, que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Servidores Municipais de Maceió.

Busca-se com o projeto adequar a legislação municipal que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Salários à realidade atual financeira-contábil e orçamentária do Município, bem como a renovação da dita legislação em comparativo com as demais legislações estaduais e até federal.

Faz-se necessário rever a retirada dos excessos ou os gastos que diante da administração de uma cidade e de todas as suas necessidades deixam de ser prioridade. A ideia principal é ordenar e otimizar o serviço público municipal e corrigir possíveis distorções.

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