Gaeco investiga os 438 crimes cometidos por Mellina Freitas

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) vai atuar na ação penal que denunciou, em 2013, a ex-prefeita de Piranhas (AL), Mellina Torres Freitas.

A filha do desembargador do Tribunal de Justiça (TJ-AL) Washington Luiz é acusada de cometer 483 crimes e desviar cerca de R$ 16 milhões de obras não realizadas no município.

O processo contra a ex-prefeita desceu à primeira instância, após o governador Renan Filho (MDB) exonerá-la do cargo de secretária de Cultura do Estado de Alagoas, no dia 3 de janeiro.

Enquanto secretária, Melina tinha prerrogativa de foro, mas o STF definiu que este só se aplicaria em razão de eventual crime cometido no cargo atualmente ocupado pelo agente público e em razão dele.

Em março de 2013, após ser denunciada, a ex-prefeita obteve do TJAL um salvo conduto para que não pudesse ser presa durante a investigação das ilegalidades.

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