Lixões desativados no Agreste de Alagoas oferecem riscos aos moradores

Os lixões desativados depois da interdição do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), estão oferecendo riscos para moradores do Agreste. Sem isolamento apropriado, as pessoas circulam livremente na área.

 

O lixão de Arapiraca, que foi interditado em dezembro de 2016, estava com os portões abertos. O local está abandonado, mas mesmo assim crianças e adultos circulam na área.

 

No domingo (16), duas crianças morreram afogadas enquanto brincavam dentro de um barreiro que fica dentro do antigo lixão de Arapiraca. Elas tomavam banho dentro de um buraco que acumulava água da chuva.

 

O lixão fica ao lado da comunidade Mangabeira, onde 200 famílias que trabalham como catadores de lixo vivem.

 

Em Palmeira dos Índios, no sítio Algodãozinho, funciona um lixão irregular. A presença de pessoas é comum. Já em Taquarana, o lixão interditado encontra-se fechado, com portão, correntes e cadeado. O lixão desativado de Coité do Noia também está isolado.

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